Mãe de 7 filhos e defensora dos valores cristãos: a ministra que revoluciona a Europa

Mãe de 7 filhos e defensora dos valores cristãos: a ministra que revoluciona a Europa.

A ministra do Trabalho da Alemanha, Úrsula Von der Leyen.

Revista de negocios destaca cumplimiento de las advertencias de la Iglesia sobre anticoncepción.

Fonte: http://es.gaudiumpress.org/content/51936?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter&utm_campaign=gaudiumesp

 

Nueva York (Viernes, 18-10-2013, Gaudium Press) Un artículo publicado en un informativo de negocios norteamericano fue destacado recientemente por la agencia UCANews por su audaz defensa de la doctrina de la Iglesia sobre la reproducción humana. Su título es bastante diciente: “Es hora de admitirlo: La Iglesia siempre ha tenido la razón sobre el control de la natalidad”. El texto fue escrito por Michael Brendan Dougherty y Pascal Emmanuel Gobry para la publicación Business Insider.

 

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Manifestación civil en contra del mandato que impone la cobertura de anticonceptivos y abortivos en los seguros de salud en Estados Unidos. Foto: Wolfram Burner.

Los autores se distancian de la postura editorial del medio frente al tema (expresada en artículos anteriores) para desarrollar una tesis: las advertencias señaladas por el Papa Pablo VI ante la eventual aceptación de la anticoncepción en las sociedades se han cumplido de forma evidente después de más de cuatro décadas. Los males sobre los cuales alertó el Pontífice analizados en el texto son “el decrecimiento general de los estándares morales, el aumento de la infidelidad y la ilegitimidad, la reducción de las mujeres a objetos usado para satisfacción de los hombres y la coerción estatal en materia reproductiva”.

 

El cumplimiento de la advertencia

“¿Eso suena familiar?” cuestionan los redactores. La anticoncepción hizo que la responsabilidad sobre los actos se hiciera optativa, con graves consecuencias. “Al hacer el nacimiento del niño una opción física para la madre, la revolución sexual ha hecho el matrimonio y el sostenimiento de los hijos una opción social para el padre”, alerta el artículo, citando esta frase de George Akerlof. En efecto, señalan Dougherty y Gobry, “damos por hecho que ninguno de los padres es necesariamente responsable por sus hijos”.

Como ejemplo del debilitamiento de las familias, los redactores señalaron que de un 5.3% de nacimientos por parte de madres solteras en 1960, la estadística de 2010 aumentó a un 40%. “En 1960 las familias casadas representaban casi tres cuartas partes del total, pero para el censo de 2010, sólo contaban el 48%. La cohabitación se ha aumentado diez veces desde 1960”, señalaron.

 

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El uso de anticonceptivos artificiales contribuyó a un profundo cambio social. Foto: Sarah C.

La instrumentalización de la mujer es considerada por los autores una realidad evidente sobre la cual no se detienen y la coerción gubernamental de los estados sobre la reproducción es demostrada en políticas como las del hijo único en China y el reciente mandato estadounidense sobre cobertura obligatoria de la anticoncepción, esterilización y fármacos abortivos en el sistema de salud.

 

Cambio social negativo

Si bien Dougherty y Gobry no pueden culpar únicamente a la píldora anticonceptiva de todos los males, “la idea de la contracepción ampliamente disponible no ha llevado a un dramático cambio social, o que este cambio ha sido exclusivamente para bien, es una noción mucho más torpe”, expresaron.

Los autores también criticaron la interpretación del crecimiento poblacional como algo negativo. Según informes de la Oficina de Población del Departamento de Asuntos Económicos y Sociales de la Naciones Unidas, el crecimiento poblacional se estancaría en 2050 y permanecería de esta manera hasta 2300. “La visión malthusiana (propia del creador del término “superpoblación”) del crecimiento de la población ha resistido a pesar de haber sido demostrado su error una y otra vez y causado mucho sufrimiento innecesario”, denunciaron.

“El progreso humano es la gente”, afirmaron Dougherty y Gobry . “Más gente significa más progreso. El inventor de la cura para el cáncer podría ser el cuarto hijo que alguien eligió no tener”. Incluso para quienes no comparten la fe católica, la sabiduría de su doctrina no debería despreciarse. “La Iglesia Católica es la organización más grande y más antigua del mundo. Ha enterrado los más grandes imperios conocidos por el hombre, desde el Romano hasta el Soviético. Está establecida literalmente en todo el mundo, tocando cada área del emprendimiento humano”. Este profundo conocimiento y el haber generado muchos de los más grandes pensadores de la humanidad hacen que su voz merezca ser escuchada. “Cuando hace algo, usualmente lo hace por una buena razón”.

Con información de UCANews y Business Insider.

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Famílias numerosas são testemunhas de fé, salienta Bento XVI

Nicole Melhado
Da Redação, com Vatican Information Service (Tradução: equipe CN Notícias)

AP
O Papa recebeu também membros do Clube Atlético de Madri

No atual contexto social, os núcleos familiares com muitos filhos constituem um testemunho de fé, de coragem e de otimismo, porque sem filhos não existe futuro”, salientou o Papa Bento XVI no final da audiência geral desta quarta-feira, 15.

Representantes da Associação italiana das Famílias Numerosas estiveram presentes nesta audiência. A associação luta por maiores direitos sociais para as famílias com muitos filhos, a fim de que tenham mais acesso à cultura e educação, particularmente.

“Espero que sejam promovidas medidas sociais e legislativas adequadas para a proteção e apoio de famílias mais numerosas, que constituem uma riqueza e uma esperança para todo o país”, reforçou Bento XVI.

O Papa recebeu ainda grupos de peregrino da Espanha, Alemanha, Áustria, Suíça, Polônia, Romênia, Costa Rica, Chile e Brasil.

“Saúdo todos os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os fiéis brasileiros vindos de Curitiba, a quem exorto a aprender do exemplo da oração de Jesus, uma oração cheia de serena confiança e firme esperança no Pai do Céu, que nunca nos abandona. Que as Suas Bênçãos sempre vos acompanhem! Ide em paz!”, disse o Santo Padre.

Particularmente aos jovens e doentes, o Pontífice, recordou que na terça-feira, 14, foi celebrada a festa dos Santos Cirilo e Metódio, primeiros a espalhar a fé entre os povos eslavos.

“Que o testemunho deles ajude vocês também a serem apóstolos do Evangelho, fermento de autêntica renovação na vida pessoal, familiar e social”, afirmou Bento XVI.

Mães terão que ver seus bebês antes de fazer um aborto no Texas

HOUSTON, 13 Jan. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- Uma corte federal de apelações no estado do Texas (Estados Unidos) sentenciou que as mães deverão ver seus bebês em uma ultrassonografia se quiserem submeter-se a um aborto.

O republicano, governador do Texas e candidato à presidência dos EUA, Rick Perry, assinalou que a sentença é “uma vitória para todos aqueles que defendem a vida”.

“Cada vida que se perde em um aborto é uma tragédia, e esta legislação sobre a ultrassonografia assegura que toda mulher no Texas que queira abortar conhecerá todos os fatos sobre a vida que leva e poderá entender o devastador impacto de tal decisão”, explicou.
Com esta lei, os médicos devem efetuar a ultrassonografia em uma mulher que quer abortar pelo menos 24 horas antes.

O doutor deve dar à mulher a oportunidade de ver os resultados e escutar o batimento do coração do coração de seus pequenos. Ele também deverá descrever o que a ultrassonografia revele.

Se um médico violar esta norma, poderá ser multado com 10 mil dólares e perderá automaticamente sua licença. Entretanto as mulheres que demonstrem que foram vítimas de estupro, incesto ou tenham um bebê com má formação congênita, estarão eximidas da ultrassonografia.

Para os promotores do aborto como Nancy Northup, presidente do Centro para os Direitos Reprodutivos (favorável ao aborto) com sede em Nova Iorque, a decisão da corte foi “extrema”.

Em sua opinião, esta lei “insultante e intrusa tem como único propósito perseguir as mulheres e dissuadi-las de exercer seus direitos reprodutivos constitucionalmente protegidos”.

Por sua parte, o senador Dan Patrick, republicano de Houston (Texas), elogiou a norma que também conta com o apoio do governador Perry.

Patrick disse que esta legislação resulta “extremamente gratificante”.

Em declarações ao Wall Street Journal, o senador disse que esta lei protege o “direito a saber” da mulher, de modo que ela possa ter “toda a informação que merece antes de tomar a decisão de dar fim a uma vida”.

O aborto provocado é a eliminação ou assassinato de um ser humano dentro do ventre da mãe.

A doutrina católica e a lei natural coincidem em que o aborto jamais é justificável pois ninguém tem direito a decidir sobre a vida de outra pessoa, menos ainda a dos mais fracos e inocentes; os não-nascidos.

Paternidade responsável

Era costume entre alguns romanos da Antiguidade provocar o vômito depois de tomar o alimento. Isso nos causa repugnância. É uma perversão da ordem das coisas. O alimento tem por finalidade nutrir o organismo e, como incentivo e recompensa, o corpo suscita o prazer. Assim como suscita a dor para indicar algo de errado. Mas, mesmo assim, cabe a razão ponderar o que é bom ou mal, pois há dores que vem para o nosso bem (uma injeção, por exemplo), e prazeres para o nosso mal (o prazer de irar-se, ou da tristeza ou do ceticismo etc.).

Hoje, tende-se a separar o prazer do ato sexual da sua finalidade procriativa.  É uma perversão da ordem das coisas. O corpo humano está desenhado para o amor fecundo. É uma questão de sobrevivência, mas não só. A fecundidade é símbolo da fecundidade espiritual do Deus Trino. É a benção que Deus prometeu a Abraão, ser numerosos como as estrelas do céu e as areias da praia. É da natureza e é um dever: “Deus os abençoou e lhes disse: “Crescei, multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gn 1,28). Os filhos são sinal concreto do amor de Deus por nós. De fato, quanto mais numerosos são os filhos, mais saudável tende a ser o ambiente familiar, e melhor se preparam as pessoas para a vida em sociedade.

Isso mudou com a cultura burguesa e, entre outras coisas, com a teoria malthusiana, já amplamente refutada. Pensou-se que a “multiplicação” da espécie era um vírus para o planeta. Percebe-se que os problemas do mundo de hoje, como sempre, estão mais ligados à distribuição das riquezas do que à fecundidade. Pelo contrário, hoje não se vive tanto uma “explosão demográfica” como um “inverno demográfico”, cujas conseqüências já são praticamente irreversíveis, por exemplo, para a Europa. A história ainda terá uns capítulos interessantes sobre o assunto.

Diante do chamado de Deus a sermos famílias numerosas e das necessidades particulares de cada família, a Igreja propõe a paternidade responsável. Ter filhos tantos quanto possível, a não ser que motivos graves exijam outra atitude. Motivos graves não são a impaciência e a falta de tempo, mas a saúde da gestante, a possibilidade de sustentar a educação etc. E, que o método para o controle dos nascimentos não esterilize a natureza procriativa do ato sexual. Mas, utilize as leis do próprio ato para o controle, ou seja, o recurso aos períodos infecundos. O método Billings continua imbatível, fácil, para mulheres de ciclo menstrual irregular, mas não dá dinheiro para as farmácias. Há muitas ginecologistas que poderão informar sobre o assunto.

Veja mais em: http://giselle.cfn.blog.br/?p=3907

ESTERILIZAÇÃO (um delito contra a vida)

1. O que é a esterilização?

É a mutilação de um órgão reprodutor, feita a fim de que ele não mais possa funcionar.

2. Que tipos de esterilização existe?
A esterilização do homem é feita pela vasectomia. A esterilização da mulher é feita pela ligadura de trompas.

3. Como a vasectomia estraga o aparelho reprodutor masculino?
Através de um corte nos vasos e canais que conduzem os espermatozóides dos testículos para a vesícula seminal.

4. Como a ligadura de trompas estraga o aparelho reprodutor feminino?
As trompas são ligadas ou extirpadas, e assim o óvulo não pode mais caminhar para o útero nem se encontrar com o espermatozóide.

5. Nós temos o direito de amputar um órgão do nosso corpo?
Não, a menos que seja um órgão doente e que ponha em risco a saúde de todo o organismo (por exemplo, um braço com gangrena). Mas amputar um órgão sadio é sempre um pecado. Por exemplo, não podemos pedir a um médico para arrancar nossos olhos ou nossas mãos, se estiverem sadios.

6. E se alguém pede a um médico para mutilar e estragar um órgão reprodutor?
O pecado é maior, pois trata-se de um órgão criado por Deus para a sublime missão de transmitir a vida.

7. E se a mulher por problemas de saúde for desaconselhada de ter mais filhos, pode fazer ligadura de trompas?
De jeito nenhum. Não podemos estragar seus órgãos reprodutores, se eles estão sadios.

8. Mas se ela não se operar, vai acabar morrendo na próxima gravidez…
E quem disse que ela é obrigada a engravidar? A gravidez não vem por acaso, mas é sempre fruto de uma relação sexual. E a relação sexual é um ato livre. Ninguém é “obrigado” a praticá-la. Se não convém para a saúde uma nova gravidez, o casal pode muito bem abster-se das relações sexuais no período fértil. Nunca é necessário nem lícito mutilar os órgãos reprodutores.

9.Nem depois de uma certa idade a mulher tem o direito de se operar para não ter mais filhos?
Não. A esterilização é pecado em qualquer idade em que seja praticada.

10. Nem o homem pode fazer vasectomia, se a esposa concordar?
Mesmo que a esposa concorde, Deus não concorda. Nunca é lícito estragar um órgão sadio criado para transmitir a vida.

11. O que acontece com o casal que voluntariamente se esteriliza?
Ele passa a viver fechado no seu egoísmo, sem qualquer abertura à uma nova vida. Um já não pode mais dizer para o outro “Eu te amo” sem dizer mentira. Pois o verdadeiro amor é fecundo.

12. O casal que já se esterilizou não tem salvação?
Tem, desde que se arrependa sinceramente do pecado que cometeu. Convém que eles se lembrem que o poder de procriar sempre foi considerado pela Bíblia uma bênção de Deus, e que eles rejeitaram esta bênção. Mas todo pecado tem perdão, desde que o arrependimento seja sincero.

13. Que pode fazer o casal esterilizado para compensar o pecado cometido?
Para evitar que o corpo de um se torne para o outro um simples brinquedo ou objeto de prazer a ser usado a qualquer hora e sem nenhum custo, o casal poderia, de comum acordo, decidir abster-se de relações sexuais durante alguns dias do mês. Poderia também, por exemplo, adotar crianças, ensinar os outros casais a valorizar o dom da vida, lutar contra o aborto… Há ainda a chance remota de reversão da esterilização.

Anápolis, 06 de janeiro de 2002

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis

 

Fonte: http://www.providaanapolis.org.br/index1.htm