O advento do Cristianismo (The advent the Christianity) – 2

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“A circunstância de haver milhões de pessoas que sofrem das mesmas formas de distúrbio mental não faz delas pessoas equilibradas” (Erich Fromm apud AYLLÓN, José Ramón. Mitologias modernas. São Paulo: Quadrante (Temas cristãos, 145), 2011, p. 50).

Paquistão: Centenas de cristãs são forçadas a converter-se ao Islã

ROMA, 15 Abr. 11 (ACI) .- A agência vaticana Fides informou que centenas de mulheres das minorias religiosas cristã e hindu, estão sendo forçadas a converter-se ao Islã mediante o matrimônio, e que inclusive algumas são estupradas.
Fides recordou ontem que esta situação foi denunciada faz tempo pela Igreja no Paquistão, que busca frear este fenômeno com a cooperação de outras instituições, mas o caminho é difícil.Uma religiosa, que pediu ficar no anonimato, disse que “as meninas cristãs são as mais fracas e vulneráveis, porque as comunidades das quais provêm são pobres, indefesas, marginadas, por isso estão facilmente expostas à perseguição e às ameaças. Freqüentemente nem mesmo têm o valor de denunciar a violência sofrida”.

Embora algumas delas consigam escapar, a religiosa assinala que “a tendência é preocupante: produzem-se centenas de casos por ano e os que são divulgados são apenas uma pequena parte”.

Um relatório do Centro de Assistência Legal e Resoluções, encarregado de ajudar os cristãos perseguidos, confirmou à Agência Fides as denúncias, mencionando casos como o de Cidra Bibi, de 14 anos, do distrito de Sheikhupura, em Punjab e filha de um operário cristão. Um muçulmano da cidade começou a perseguí-la até chegar ao seqüestro e o estupro, do qual ela saiu grávida. Cidra conseguiu escapar, mas a polícia se nega a aceitar sua denúncia.

Tina Barkat, 28 anos. Uma amiga muçulmana a visitou durante meses até que conseguiu levá-la à sua casa, onde pediu que se convertesse ao Islã. Ela foi seqüestrada, ameaçada e dada em matrimônio a um parente muçulmano. Os advogados apresentaram um recurso para dissolver o matrimônio.

Outro caso é o de Shazia Bibi, de 19 anos, cristã de Gujranwala em Punjab. Trabalha como faxineira na casa de uma mulher muçulmana, proprietária de uma farmácia. Um jovem muçulmano deste local fez um acordo com a mulher para organizar a conversão e o matrimônio forçoso. O plano teve êxito, mas graças à família de Shazia, o caso está nos tribunais.

“Sólo el 1,7 %. Tampoco es infinito el número de homosexuales en USA”

artículo de juan josé romero /http://infocatolica.com/blog/delapsis.php / jueves 14 de abril de 2011
Se va confirmado, cuantos más  científicos son los estudios menor porcentaje de homosexuales se encuentran. Cuanto mayor es la libertad para responder también.
Durante mucho tiempo los fanáticos del homosexualismo han blandido los supuestos estudios de Alfred Kinsey que «demostraban» que había un 10% de homosexuales.
Desde mediados del siglo XX los sucesivos estudios han ido a la baja. En el año 2003 el gobierno laborista británico daba por buenas las cifras del grupo homosexualista Stonewall que ya rebajaba al 7%, pero aunque falsas sirvieron para que distintos lobbys acaparasen fondos públicos. Con excepción del gobierno socialista español, ningún otro gobierno occidental ha asumido cifras tan elevadas.
En el 2008 la General Social Survey rebajaba hasta un 2,9%, aunque el gran mazazo vino con la macroencuesta de 2009-2010 de la ONS del Reino Unido, 450.000 respuestas, situaba el porcentaje de homosexuales en el 1,03%.
El estudio fue, lógicamente, atacado con especial dureza. Pero el tiempo ha demostrado que científicamente era impecable. La encuesta Noruega, Norwegian Living Conditions Survey de 2010 ofrecía todavía datos más bajos, 0,7% de homosexuales, y desarmaba el falso argumento del supuesto miedo a la respuesta en un país tan liberado.
Ahora un organismo muy afecto al lobby gay, The Williams Institute, ha realizado un estudio para mitigar el efecto de los anteriores, y analizando las conclusiones de cinco estudios estadounidenses y cinco europeos llega al conclusión de que el número de homosexuales en USA se sitúa en el 1,7%, de relleno meten un 1,8% más, supongo que del resto de las 20 «preferencias sexuales» restantes.
Que un estudio pro-homosexualista dé estas cifras debe haber dejado pensativo a más de uno.
Estudio que por otra parte no deja de tener su gracia, el director afirma que aunque no hay datos, los homosexuales han aumentado un 2% desde la década de los 90, así, sin ruborizarse, no vaya a ser que pierdan las buenas costumbres.
Y “¿qué mas da el porcentaje?” Pues es importante porque hace 7 años la portada de El Periódico y algunas ministras hablaban de que 4 millones de españoles gays y un 10% de la población vivían en una gravísima opresión con efectos sociales incalculables al querer vivir juntos con papeles iguales a los del verdadero matrimonio.El argumento de los millones y el 10% se utilizó para imponer por rodillo una ley injusta y sin consenso alguno, contra el Senado, el CGPJ, órganos de la judicatura, etc, etc… por una exigua mayoría en el Congreso (no en el Senado, insisto: que ambas cámaras se supone representan al pueblo).

Resumiendo: si hay un 1,7% de gays, y digamos, apenas un tercio de ellos está interesado en el matrimonio (un 0,6% de la población), se trata de:1) una minoría exótica y peculiar
2) en una situación de convivencia exótica y peculiar

Las leyes deben hacerse para lo común, no para lo exótico y peculiar. Con algunos reglamentos administrativos para los exóticos y peculiares ya es bastante: unos PACS como en Francia, como mucho.

Dos gays juntos no deben tener más derechos que dos hermanas que viven juntos o tres amigos que viven juntos.



Fonte: imartinez@compositor.org   que envia o boletim  “Siena”.

Quem abusa de meninos e jovens não têm lugar no sacerdócio

Bispos chilenos pedem perdão por abusos sexuais cometidos por sacerdotes
Assembléia da Conferência Episcopal do Chile, reunida de 4 a 8 de abril, emitiu declaração na qual pede perdão pelos abusos sexuais cometidos por membros do clero e pessoas consagradas, e manifesta profunda dor pelos casos passados e recentes contra menores e jovens.
A notícia é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 11-04-2011.
“Reconhecemos que nem sempre reagimos com prontidão e eficácia ante as denúncias. Manifestamos nossa proximidade e solidariedade às vítimas desses abusos e suas famílias, e fazemos nossos seus sofrimentos. Oferecemos-lhes humildemente nossa petição de perdão, o apoio que possamos dar-lhes, além de nossa oração. Estendemos nossa petição de perdão a toda a comunidade eclesial pelo mau exemplo dado por alguns de seus ministros”, dizem os bispos chilenos.
O documento lembra palavras de João Paulo II: “Quem abusa de meninos e jovens não têm lugar no sacerdócio”. Reafirmam o celibato como dom de Deus à igreja e classificam de abominável para a consciência cristã os abusos sexuais cometidos contra menores. “De um modo especial nos estremece o impacto que, com toda razão, essas situações produzem em nossas comunidades e na opinião pública”, afirmam os clérigos.
Os bispos chilenos informam que serão tomadas preventivas para impedir que tais situações voltem a ocorrer. Para tanto, a Conferência Episcopal criou organismo para orientar e dirigir as políticas de prevenção e ajuda às vítimas, recorrendo à colaboração das universidades católicas e de profissionais para tanto.Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=42335