ZENIT – “Casamento” homossexual: uma lei que favorece minorias?

ZENIT – “Casamento” homossexual: uma lei que favorece minorias?

Teologia do corpo

Fonte: http://www.correiopopular.net/LKN/headline.php?n_id=9870&titulo=Teologia%20do%20corpo

Data da notícia:29/07/2010

Teologia do corpo
por Felipe Aquino*
A doutrina cristã sempre valorizou o corpo humano por entender que ele é bom. Desde os primeiros séculos, os doutores da Igreja tiveram de combater a doutrina maniqueísta que considerava a existência de dois deuses: um do bem e outro do mal, sendo que tudo que era material era entendido como obra do deus mau. Dessa forma, o corpo, por ser matéria, era desprezado.
Entretanto, a fé cristã sempre viu no corpo uma bela obra de Deus. O homem é uma unidade de corpo e alma. O corpo é tão importante que, no mistério da Encarnação do Verbo Divino, o Filho de Deus assumiu a nossa carne. Por isso, a Igreja entende a grandeza do corpo humano e a necessidade de valorizá-lo e protegê-lo desde a gestação materna. É através do nosso corpo que nos relacionamos como os outros, com a natureza e com o cosmos. Ele não é apenas uma máquina fria sem expressão.
Na pessoa humana, o corpo é um reflexo da vida interior, tanto que expressa o cansaço do espírito, a depressão da alma ou a alegria de viver. Para o cristão, matéria e espírito são duas dimensões do ser. O homem todo é obra boa de Deus, é um ser racional que deve valorizar todas as atividades: físicas, racionais, psicológicas e espirituais.
Também a Bíblia ressalta a grandeza do nosso corpo. São Paulo fala do cristão como o “templo vivo da Santíssima Trindade”. Jesus disse aos apóstolos que, “se alguém me ama, meu Pai o amará, viremos a ele e faremos nele nossa morada” (João 14,23). E é por isso que São Paulo é tão severo ao advertir os coríntios sobre a necessidade de se manter a pureza do corpo. “Não sabeis que sois o templo de Deus e que o espírito de Deus habita em vós?” (I Cor 3,16).
Esses ensinamentos fazem com que o cristão saiba usar o seu corpo com dignidade, sobretudo na vida sexual, expressão maior do amor conjugal. Por isso, o sexo não é vivido nem antes e nem fora do casamento. Quando Deus une o casal para sempre, como uma só carne, este se torna um compromisso de vida na dor e alegria. Fora do casamento, toda relação sexual se torna vazia, porque perde o sentido unitivo e procriativo. Pela relação amorosa dos seus corpos, homem e mulher celebram a “liturgia conjugal” e são capazes de dar vida a um novo ser que, como eles, é imagem de Deus.
Por outro lado, o corpo não pode ter uma primazia sobre o espírito. Na antiguidade, se valorizava somente o espírito, desprezando-se o corpo. Hoje, corremos o risco de ver o contrário acontecer. Há pessoas que se tornaram escravas do corpo. O consumismo as convenceu de que o mais importante é ser bonito fisicamente, esbelto, magro. Muitas pessoas são convencidas de que, se não estiverem de acordo com esses padrões, não serão felizes.
Entretanto, Deus seria injusto se fizesse com que a felicidade dependesse da cor da pele, do biótipo do corpo, da ondulação do cabelo. O corpo não é um fim em si mesmo, mas um meio para nos expressarmos. Michel Quoist dizia ao jovem que, para ser belo, é melhor parar “cinco minutos diante do espelho, dez diante de si mesmo e quinze diante de Deus”. Se considerarmos esse princípio, estaremos dando a justa medida às coisas e, por consequência, trilhando o caminho da verdadeira felicidade.

*Felipe Aquino é professor de física e autor de mais de 60 livros

“O valor divino do matrimônio”

Fonte: http://www.opusdei.org.br/art.php?p=20451

No meio do júbilo da festa, em Caná, apenas Maria repara na falta de vinho… Até aos menores detalhes de serviço chega a alma se, como Ela, vive apaixonadamente pendente do próximo por Deus. (Sulco, 631)

13 de dezembro de 2000


O amor puro e limpo dos esposos é uma realidade santa que eu, como sacerdote, abençôo com as duas mãos. Na presença de Jesus Cristo nas bodas de Caná, a tradição cristã tem visto freqüentemente uma confirmação do valor divino do matrimônio: Nosso Salvador foi às bodas – escreve São Cirilo de Alexandria – para santificar o princípio da geração humana

O matrimônio é um sacramento que faz de dois corpos uma só carne; como diz com expressão forte a teologia, sua matéria são os próprios corpos dos nubentes. O Senhor santifica e abençoa o amor do marido pela mulher e o da mulher pelo marido: estabelece não somente a fusão de suas almas, mas também a de seus corpos. Seja ou não chamado à vida matrimonial, nenhum cristão pode desprezá-la. 

O Criador deu-nos a inteligência, que é como uma centelha do entendimento divino, e que nos permite – mediante a vontade livre, outro dom de Deus – conhecer e amar; e deu ao nosso corpo a possibilidade de gerar, que é como uma participação do seu poder criador. Deus quis servir-se do amor conjugal para trazer novas criaturas ao mundo e aumentar o corpo da sua Igreja. O sexo não é uma realidade vergonhosa, mas uma dádiva divina que se orienta limpamente para a vida, para o amor e para a fecundidade. (É Cristo que passa, 24)

Unicef patrocina programa que perverte infância salvadorenha, denuncia líder pró-vida

SAN SALVADOR, 23 Jul. 10 / 01:11 pm (ACI).- A colunista do Jornal Hoy, Julia Regina de Cardenal, denunciou que a Unicef patrocina no país o programa televisivo “Sexto Sentido”, emitido no canal 33 em horário acessível às crianças e que promove anti-valores que pervertem os menores.

“Qual é a obsessão de organismos internacionais em investir tais quantidades de dinheiro em perverter a nossa infância?”, perguntou a colunista ao referir-se aos gastos de publicidade de um programa que “promove a promiscuidade, a prostituição como uma forma de ganhar a vida de jovenzinhas, a homossexualidade e todo tipo de desordens sexuais”.

“A nefasta mensagem aos adolescentes é que o sexo é um jogo divertido, o qual deve ser experimentado procurando o prazer, sem importar as conseqüências para a sua saúde física, psíquica, mental, espiritual, familiar, social, cultural, etc.”, advertiu.

Em seu artigo, recordou que El Salvador atravessa por “uma crise espantosa e insuportável de violência, terrorismo e brutalidade nunca vista”, que começou com a perda de valores morais, a desintegração familiar e o permissivismo na juventude. “Por isso é desatinado e inadmissível que a Unicef –supostamente protetores da infância– esteja patrocinando uma emissão deste tipo tão daninho para a sociedade, a família e a dignidade de cada pessoa”, assinalou.

A repórter criticou que a Unicef “não veja as verdadeiras necessidades das crianças salvadorenhas”, em saúde, alimentação, segurança e educação. A “Fundação Sim à Vida propôs um projeto para promover valores morais em nível nacional, mas nunca tivemos resposta. Só têm dinheiro para promover anti-valores? Isso é o mais destrutivo que podem fazer”, expressou.

Também criticou as autoridades por permitirem “este tipo de perversão de crianças na televisão”, e alentou os pais a escreverem ou chamar aos responsáveis para manifestar sua inconformidade com este programa.

“É responsabilidade de todos os pais de família pôr um fim a este bombardeio contra nossos direitos como primeiros, principais e insubstituíveis educadores de nossos filhos; contra o direito de proteger sua inocência; contra nossa fé e identidade cultural”, recordou.

Governo espanhol pede 100 mil euros a juiz que negou adoção de menina a casal de lésbicas

MADRI, 21 Jul. 10 (ACI) .- No próximo dia 5 de agosto, o ex-juiz Fernando Ferrín Calamita deverá pagar ao Estado 100 mil euros por ter sido expulso da carreira judicial por ter negado a adoção de uma menina a um casal de lésbicas.

Ferrín, casado e pai de sete filhos, exerceu como juiz nas localidades de Huesca, Béjar (Salamanca) e Chiclana (Cádiz). Desde 1999 era juiz de família em Murcia onde em 2008 o Tribunal Superior de Justiça o condenou a dois anos e três meses de inabilitação por negar a polêmica adoção.

O juiz se limitou a aplicar a legislação protetora do menor e solicitar um relatório a um perito sobre as conseqüências que tal adoção podia conduzir no desenvolvimento da menina.

Em dezembro de 2009 o Tribunal Supremo condenou a 10 anos de inabilitação. Além disso, impôs-lhe uma multa de 720 euros e o obrigou a indenizar com 6.000 euros a pessoa que o processou.

Conforme informa a organização Profissionais pela Ética “o poderoso lobby homossexual espanhol, com o acordo ou a passividade de todas as instituições, decidiu castigar Ferrín de maneira exemplar. Assim começou seu calvário: condena por ‘retardo malicioso’ no trâmite da adoção, pressões e chantagens, marcos de um processo judicial com numerosos pontos escuros, sem descartar a possível prevaricação de um magistrado”.

“Este processo teve como fim a expulsão da carreira judicial de Fernando Ferrín, um juiz justo que se vê obrigado, depois de uma trajetória impecável, a exercer a docência e a advocacia. Mas isso não é tudo. Agora a Fazenda reclama dele 100. 000 euros correspondentes ao salário cobrado pelo juiz enquanto estava suspenso provisoriamente. Embora Ferrín vai recorrer a esta medida, está obrigado a pagar essa importância antes do próximo 5 de agosto”, acrescenta o grupo.

Fabián Fernández del Alarcón, secretário geral da plataforma cidadã Profissionais pela Ética, lamenta esta “manifesta injustiça já que se aplica uma dupla vara de medida: ao juiz Garzón lhe comutam 75.000 euros que cobrou indevidamente do Estado enquanto dava uns cursos em Nova Iorque (e não exercia como juiz mas cobrava pelos cursos) e a Ferrín reclamam o legitimamente percebido conforme ao artigo 363.1 da Lei Orgânica do Poder Judicial: a suspensão provisória terá direito a perceber suas retribuições básicas”.

Profissionais pela Ética anima aos que desejam ajudar o juiz Ferrín a enfrentar a reclamação da Fazenda realizando uma contribuição no BARCLAYS Bank S.A.E., conta 0065-0036-71-0001089147.